Representatividade e enfrentamento das violências políticas contra os povos indígenas /// Representatividade e enfrentamento das violências políticas contra os povos indígenas /// Representatividade e enfrentamento das violências políticas contra os povos indígenas /// Representatividade e enfrentamento das violências políticas contra os povos indígenas /// Representatividade e enfrentamento das violências políticas contra os povos indígenas /// Representatividade e enfrentamento das violências políticas contra os povos indígenas /// Representatividade e enfrentamento das violências políticas contra os povos indígenas

Representatividade e enfrentamento das violências políticas contra os povos indígenas

Representatividade e enfrentamento das violências políticas contra os povos indígenas

2022

POLÍTICA INDÍGENA

& INDÍGENA NA POLÍTICA

A pandemia evidenciou as desigualdades sociais que, historicamente, assolam o país. Os povos indígenas foram fortemente impactados pela disseminação da Covid-19. Mesmo com uma pandemia em curso, as violências contra os povos indígenas não acabaram.


Mineradoras, latifundiários, grandes empreendimentos de infraestrutura entre outros agentes da exploração dos territórios indígenas e da destruição do meio ambiente se sentiram motivados pelos discursos e ações de agentes do poder público.


Enquanto “a boiada passa”, os ataques aumentam de todas as formas, inclusive por meio de processos jurídicos com aval do Executivo, como a tese do Marco Temporal.


Ao mesmo tempo, o ano de 2022 traz um complexo cenário das Eleições Nacionais para Deputados Estaduais, Governadores, Deputados Federais, Senadores e para a própria Presidência da República.


A nova legislação eleitoral dificulta a eleição de candidaturas progressistas engajadas nas pautas de direitos humanos, meio ambiente, clima e nas lutas dos povos indígenas.

Nesse sentido, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) quer apoiar e dar visibilidade às candidaturas indígenas, ampliando a representação nos poderes legislativos e executivos em todo o país.

Vamos demarcar esses espaços de poder pela garantia de uma construção de sociedade mais plural e menos desigual.

 

A realidade da política partidária sobretudo em milhares de municípios espalhados pelo país é bem distinta dos contextos das grandes capitais. Muitas alianças locais podem ter contextos diversos às visões políticas partidárias em âmbito nacional.


Levando em consideração que nas pequenas e médias cidades brasileiras e também na maioria dos estados os cargos de prefeitos, vereadores, deputados e governadores estão ocupados por pessoas que na sua maioria não estão alinhadas com as pautas socioambientais ou mesmo de direitos humanos.

Será necessário cada vez mais fortalecer lideranças com perfis diversos, que possam monitorar e incidir nas propostas apresentadas pelos candidatos a Governadores na área de clima, direitos humanos, meio ambiente, questões indígenas e de povos tradicionais.


O fortalecimento de lideranças passa necessariamente pela identificação, acompanhamento e mentoria, capacitação e suporte àqueles que apresentem interesse, compromisso, e empenho em levar adiante a pauta da representatividade na política, assim como de defesa de direitos e dos territórios indígenas.


Nosso principal objetivo é fortalecer e construir uma rede de lideranças indígenas, com enfoque na identificação de perfis que possam vir a fortalecer o movimento indígena no Brasil, se conectando também com redes de lideranças latinoamericanas.


Nossa expectativa é que estes atores possam vir a ser agentes de mudança, dentro e fora da política institucional, com ênfase na representatividade e na diversidade no que tange a construção do nosso país.

POLÍTICA INDÍGENA

& INDÍGENA NA POLÍTICA

A pandemia evidenciou as desigualdades sociais que, historicamente, assolam o país. Os povos indígenas foram fortemente impactados pela disseminação da Covid-19. Mesmo com uma pandemia em curso, as violências contra os povos indígenas não acabaram.

Mineradoras, latifundiários, grandes empreendimentos de infraestrutura entre outros agentes da exploração dos territórios indígenas e da destruição do meio ambiente se sentiram motivados pelos discursos e ações de agentes do poder público.

Enquanto “a boiada passa”, os ataques aumentam de todas as formas, inclusive por meio de processos jurídicos com aval do Executivo, como a tese do Marco Temporal.

Ao mesmo tempo, o ano de 2022 traz um complexo cenário das Eleições Nacionais para Deputados Estaduais, Governadores, Deputados Federais, Senadores e para a própria Presidência da República.

A nova legislação eleitoral dificulta a eleição de candidaturas progressistas engajadas nas pautas de direitos humanos, meio ambiente, clima e nas lutas dos povos indígenas.

Nesse sentido, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) quer apoiar e dar visibilidade às candidaturas indígenas, ampliando a representação nos poderes legislativos e executivos em todo o país.

Vamos demarcar esses espaços de poder pela garantia de uma construção de sociedade mais plural e menos desigual.

A realidade da política partidária sobretudo em milhares de municípios espalhados pelo país é bem distinta dos contextos das grandes capitais. Muitas alianças locais podem ter contextos diversos às visões políticas partidárias em âmbito nacional.

Levando em consideração que nas pequenas e médias cidades brasileiras e também na maioria dos estados os cargos de prefeitos, vereadores, deputados e governadores estão ocupados por pessoas que na sua maioria não estão alinhadas com as pautas socioambientais ou mesmo de direitos humanos.

Será necessário cada vez mais fortalecer lideranças com perfis diversos, que possam monitorar e incidir nas propostas apresentadas pelos candidatos a Governadores na área de clima, direitos humanos, meio ambiente, questões indígenas e de povos tradicionais.

O fortalecimento de lideranças passa necessariamente pela identificação, acompanhamento e mentoria, capacitação e suporte àqueles que apresentem interesse, compromisso, e empenho em levar adiante a pauta da representatividade na política, assim como de defesa de direitos e dos territórios indígenas.

Nosso principal objetivo é fortalecer e construir uma rede de lideranças indígenas, com enfoque na identificação de perfis que possam vir a fortalecer o movimento indígena no Brasil, se conectando também com redes de lideranças latinoamericanas.

Nossa expectativa é que estes atores possam vir a ser agentes de mudança, dentro e fora da política institucional, com ênfase na representatividade e na diversidade no que tange a construção do nosso país.

VAMOS ALDEAR A POLÍTICA

 ELEIÇÕES 2022 – CARTA AOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL

inscreva-se

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, Apib, quer fortalecer lideranças indígenas, através do processo de formação, educação, e apoio voltado ao empoderamento desses atores para dentro e fora da política institucional, com ênfase na representatividade e na diversidade dos povos.

Se você é uma liderança indígena e deseja participar desta construção inscreva-se:

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A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, Apib, quer fortalecer lideranças indígenas, através do processo de formação, educação, e apoio voltado ao empoderamento desses atores para dentro e fora da política institucional, com ênfase na representatividade e na diversidade dos povos.

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ARTICULAÇÃO DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL

apiboficial.org
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